Durante muito tempo, a mágica brasileira se desenvolveu mais pela força dos artistas do que pela força de uma estrutura. Encontros informais, grupos de estudo, associações locais, festivais, lojas, clubes, pesquisadores e fomentadores mantiveram a arte viva, mas nem sempre isso virou registro, dado, memória ou política pública. Agora, alguns movimentos apontam para uma mudança …
